mandar a alguém algumas palavras escritas e rabiscos, ambos feitos - de próprio punho - numa superfície qualquer... isso é mágico. e por melhor que sejam emails e redes, não há o que substitua os prazeres de se receber, em mãos, o corpo da carta: tato, odor, sabor, e aquela sensação gostosa de curiosidade, posteriormente revelada pelo olhar demorado para o presente recebido. eu gosto. muito.
i-photo: post office, dulwich - jan/11