lembro bem da minha avó, com noventa e tantos anos, descendo rápido as escadas: - onde está o armando? onde está o armando?
eu fui o único pedaço do meu pai que ela voltou a ver, 33 anos depois da partida do caçula. não consegui cumprir a minha promessa de levá-lo de volta para casa. ela morreu sem revê-lo... e levou consigo apenas a imagem do menino que partiu num navio e a chegança de uma desconhecida que dizia ser sua neta.
