Estou aqui em casa, tentando colocar um pouco de ordem nas pilhas de papel. E, como não poderia deixar de ser, cada um dos papeizinhos me retém por horas e horas. São as lembranças que pululam junto com ácaros e pêlos do Mimo. Acabei encontrando várias cópias de gravuras de Michelle Cunha, distribuídas na exposição IV Impressões Brasilienses (http://manoelaafonso.zip.net/arch2007-02-01_2007-02-28.html) e então lembrei que, na ocasião, postei aqui no Diário informações sobre Pulika e Marcílio Tabosa... mas faltou a Michelle! Como deixar de falar dessa menina inquieta, artista sempre na batalha? Ela vive atualmente em Brasília e toca com suas parceiras o Cadê Tereza?, um espaço de arte, artesanato, cultura, oficinas, show, show mesmo! Melhor do que falar, é ver: confiram o trabalho dela em http://www.flickr.com/photos/michellecunha
Imagem: cópias de xilogravuras de Michelle Cunha, fev/2007