Gravar


"(...) na poética da arte de gravar cessam as diferenças, interrompem-se as querelas relativas à matriz e à reprodução.
funde-se a trilogia: desenhar, gravar, reproduzir.
Unidade na pluralidade, o múltiplo no uno, eis aí a poética demiúrgica da gravura.
o gravador, ao dar uma nova ordem ao mundo, ao tempo, ao espaço, à matéria, mostra que a reprodução não tem efeito de cópia. Tem efeitos de SIMULTANEIDADE. (...)"
Texto: CARVALHO, Mirian de. In gravura brasileira hoje: depoimentos. Rio de Janeiro: SESC, 1995, p.124 - Enviado por mail pelo colega gravador Daniel Chaves de Carvalho
Imagem: Pedra litográfica, Minha casa é meu reino, Manoela Afonso/2004



Local: Brasília - DF, Brasil